Estas tretas dos financiamentos dos partidos!? Agora estão a cair em cima do pobre do Nicolau Sarkózio!?
Por esse mundo ocidental fora, há empresas a financiar partidos políticos e todas elas esperam alguma coisa em troca, nem que seja simpatia ou, no mínimo, menos «dificuldades». Por isso costumam financiar, por igual, as forças que podem ganhar.
Bom, e como se vê, as campanhas dos partidos são milionárias. São milhões e milhões de euros. Não são quinhentos mil. São cinco, dez, quinze e até vinte milhões de euros. Quem paga? E por que razão paga? Convicção? Deixem-me rir…
Ora, portantos, para acabar com a festa, só há uma solução: proibir liminarmente toda e qualquer contribuição para os partidos – nem malas, nem cheques nem quotas dos militantes, zero – e confinar as campanhas partidárias a um quinhão do tesouro público, dividido irmãmente pela rapaziada, ouvidos os resultados eleitorais anteriores.
- Era o que faltava, os impostos a pagar as campanhas! – dir-me-ão os mais agarrados ao dinheiro. E com alguma razão, mas sai-lhes muito mais caro este sistema misto, em que parte é subvenção e a outra parte suborno – perdão, contribuição.